sábado, 1 de maio de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
1- Dor anal crônica.
Os pacientes se queixam de uma dor anal e retal em pressão,queimação que irradia para os gluteos e que piora quando evacua e na posição sentado e melhora ao deitar. Essa dor é de causa desconhecida, porém tem uma incidência maior em individuos anciosos e em mulheres. A dor poderá ser desencadeada por traumatismos locais, como exames urológicos e proctológicos, postural ou profissional por permacer sentado por longos periodos de tempo e história de procedimentos cirurgicos na região perineal. Embora a causa seja controversa, varios estudos realizados com um exame chamado eletromanometria demonstraram a participação dos músculos perianais estriados, estes musculos participam do processo da evacuação e a contração dos mesmos é voluntária, isto é, a contração é controlada pelo paciente, no fechamento da região anal. A participação destes musculos na dor anal crônica pode ser confirmada quando se anestesia o nervo que inerva estes músculo, chamado pudendo interno, a dor desaparece e o inverso é verdadeiro ao se comprimir este nervo a dor aumenta. O diagnostico poderá ser feito pelo toque retal na qual o medico ao palpar os músculos acima referidos o paciente tem dor mais acentuada do lado esquerdo. Os exames que definem as alterações musculares são: Manometria anorretal e ultrassonografia endoanal. Não há um tratamento unico e os tratamentos abaixo visam diminuir a pressão nos músculos com melhora clinica da dor:
1-Laser:
Cirurgia com Laser para baixar a pressão do esfinter anal:
Tenho usado esta técnica com bons resultados para pacientes com dor anal e obstipação intestinal na saida anal associados ao aumento da pressão do esfincter. O procedimento é realizado sob anestesia local e o paciente terá alta logo após o procedimento. Muitos pacientes eu pude observar a associação da dor anal crônica a Fissura anal e a diminuição da pressão já determinará tambem a cura da fissura.
2- Alimentação e comportamento alimentar:
Os meus pacientes recebem um guia nutricional na forma de apostila com as fibras corretas a serem ingeridas associada a um volume de liuidos, porque as fibras só darão bom resultado se associadas a liquidos para formar um bolo fecal macio que não irá machucar a região anorretal.
3- Medicamentos Locais:
Kang relacionou a dor anal crônica com a tendinite dos musculos elevadores e preconisou a injesão no ponto mais doloroso deste musculo, definido pelo toque retal, de antiinflamatorio e analgésico, com os seguintes resultados:
Boa Resposta: 37%
Resposta pobre:19%
Sem pesposta: 8,7%
Os autores sugerem que esta conduta poderá ser adotada como opção inicial já que é simples, segura e com muito baixo índice de complicações.
4-Eletroestimulação Galvanica:
Técnica que usa a corrente elétrica que por mecanismo de despolarização de membrana poderá relaxar os músculos envolvidos na dor. Poderá ser feita usando-se eletrodos posicionados diretamente sobre o músculo espastico ou contraído com uma intensidade de corrente que determine o relaxamento deste músculo ou que simule uma contração voluntária com aquisição da consciência da atividade muscular e esta frequencia está em torno de 35hz que produz contrações confortáveis para os pacientes enquanto frequencias superiores há 40hz poderão determinar fadiga muscular e desconforto.
Resultados: Nicosa obteve bins resultados em 90% dos pacientes tratados com a eletroterapia.
5-Biofeedback:
Consiste no treinamento por estimulos visuais ou auditivos para relaxamento dos musculos esfincterianos envolvidos.
6-Toxina Botulinica:
A toxina baixa cerca de 20% da pressão de repouso do músculo. Chritianson injetou a toxina em 50% dos pacientes com dor anal crônica após adoção de medidas distintas como antiinflamatórios, anlgésicos sem uma melhora importante da dor. Este autor observou uma melhora clinica dos sintomas em 44% dos pacientes
7-Psicoterapia de relaxamento
8- Medidas gerais:
enemas com água morna.
9- Medicamentos orais:
Formulas que contenham sub
1-Laser:
Cirurgia com Laser para baixar a pressão do esfinter anal:
Tenho usado esta técnica com bons resultados para pacientes com dor anal e obstipação intestinal na saida anal associados ao aumento da pressão do esfincter. O procedimento é realizado sob anestesia local e o paciente terá alta logo após o procedimento. Muitos pacientes eu pude observar a associação da dor anal crônica a Fissura anal e a diminuição da pressão já determinará tambem a cura da fissura.
2- Alimentação e comportamento alimentar:
Os meus pacientes recebem um guia nutricional na forma de apostila com as fibras corretas a serem ingeridas associada a um volume de liuidos, porque as fibras só darão bom resultado se associadas a liquidos para formar um bolo fecal macio que não irá machucar a região anorretal.
3- Medicamentos Locais:
Kang relacionou a dor anal crônica com a tendinite dos musculos elevadores e preconisou a injesão no ponto mais doloroso deste musculo, definido pelo toque retal, de antiinflamatorio e analgésico, com os seguintes resultados:
Boa Resposta: 37%
Resposta pobre:19%
Sem pesposta: 8,7%
Os autores sugerem que esta conduta poderá ser adotada como opção inicial já que é simples, segura e com muito baixo índice de complicações.
4-Eletroestimulação Galvanica:
Técnica que usa a corrente elétrica que por mecanismo de despolarização de membrana poderá relaxar os músculos envolvidos na dor. Poderá ser feita usando-se eletrodos posicionados diretamente sobre o músculo espastico ou contraído com uma intensidade de corrente que determine o relaxamento deste músculo ou que simule uma contração voluntária com aquisição da consciência da atividade muscular e esta frequencia está em torno de 35hz que produz contrações confortáveis para os pacientes enquanto frequencias superiores há 40hz poderão determinar fadiga muscular e desconforto.
Resultados: Nicosa obteve bins resultados em 90% dos pacientes tratados com a eletroterapia.
5-Biofeedback:
Consiste no treinamento por estimulos visuais ou auditivos para relaxamento dos musculos esfincterianos envolvidos.
6-Toxina Botulinica:
A toxina baixa cerca de 20% da pressão de repouso do músculo. Chritianson injetou a toxina em 50% dos pacientes com dor anal crônica após adoção de medidas distintas como antiinflamatórios, anlgésicos sem uma melhora importante da dor. Este autor observou uma melhora clinica dos sintomas em 44% dos pacientes
7-Psicoterapia de relaxamento
8- Medidas gerais:
enemas com água morna.
9- Medicamentos orais:
Formulas que contenham sub
quinta-feira, 25 de março de 2010
Fique atento ao próximo tema?
Será sobre as doenças que causam uma dor anal ou perineal intensa, debilitante e são de dificil diagnostico e tratamento,e com as quais nós temos uma certa experiência são elas:
Proctalgia Fugax.
Sindrome dos elevadores ou dor anal crônica.
Contratura paradoxal do reto
Proctalgia Fugax.
Sindrome dos elevadores ou dor anal crônica.
Contratura paradoxal do reto
Perguntas e respostas sobre HPV:
1- A doença tem outros nomes?
Condiloma, crista de galo e verrugas genitais.
2- Quais as partes mais afetadas do corpo do homem?
O pênis na pele que reveste a glande (cabeça)e na região perianal.
3- Quais as queixas mais frequentes?
A presença da verruga, prurido ( coceira) e perda de secreção.
4- Existem quantos tipos de vírus?
Já foram isolados mais de 100 tipos pela técnica da biologia molecular
5- É importante realizar o exame de biópsia?
O ginecologista pela forte relação do cancer do colo do útero com o HPV pede de rotina, em proctologia não é uma rotina.
6- Quais os exames pedidos?
Exame histologico: mostra as alterações celulares.
Captura hibrida: Pela detecção do DNA viral classifica o tipo.
7- Quais as formas de contrair o vírus?
Contato direto com a pele infectada e objetos de uso pessoal, roupas íntimas, sabonete e objetos sexuais ( brinquedos ).
Não transmitem o HPV: Beijo social, aperto de mão, o abraço e o Ar.
8- E a transmissão pela relaçcão sexual.
Cerca de 75% das pessoas que tem relação sexual sem camisinha adquirem esse vírus, embora nem todas desenvolvem a doença.
9- Poderá ocorrer remissão expontanea da doença?
Aproximadamente 60% dos casos apresentam remissão expontanea através da eliminação do vírus pelo seu sistema imunologico de defesa.
10- Qual o periodo de incubação do vírus?
O aparecimento das verrugas poderá ocorrer de três semanas a oito meses, após a relação sexual.
11- Posso pegar o HPV pela relação oral?
As verrugas poderam aparecer na boca, lingua, lábios, laringe e faringe.
12- O vírus poderá sofrer transformação maligna?
Sim. Pesquisa feita pelo INCA mostrou que o HPV está associado a até 75% dos casos de cancer do pênis e em relação ao cânce anal o fato de voce ter o vírus não aumentará as suas chances de ter o cancer anal.
13- Qual a melhor forma de prevenção?
A camisinha, porém não esqueça que a camisinha não cobre a base do seu pênis, bolça escrotal e as virilhas e fricções nas preliminares e durante a relação com esta região poderá transmitir o HPV.
14- Na sua experiência, qual a melhor forma de tratamento?
Eu tenho usado o laser com uma substância que aplicada nos locais diminui em muito a chance de recidiva da afecção. Antes de procurar pelo laser, procure pelo medico que deverá ter competência para realizar o procedimento com o laser.
15- O que o senhor fala sobre a Vacina?
A vacina é uma realidade para a mulher, cujos resultados tem fundamentação cientifica o que não ocorre para os homens.
16- É verdade que a associação do HPV com fimose é prejudicial?
E verdade porque tanto a fimose quanto o excesso de pele cobrindo a glande cria um meio favoravel para a multiplicação do vírus. Eu tenho feito a cirurgia com o laser sob anestesia local.
17- O senhor indica as pomadas?
Já falei em palestras, artigos para revistas e sites que as verrugas dentro do reto ocorrem com consideravel frequencia na relação passiva, e eu não entendo como o paciente irá passar a pomada nas verrugas dentro reto associado a alguns maus resultados estético que eu vivenciei ao longo dos 15 anos tratando o publico GLBT.As pomadas não tratam as verrugas intraretais, são dolorosas, demoram muito tempo nas lesões acuminadas e poderam em alguns casos causar cicatrizes perianais, fissuras e estreitamento do canal anal importantes como eu ja vi.
18- No chamado condiloma acuminado, no qual há muitas verrugas cobrindo a abertura anal e alguns casos se progetando para o perineo, qual a sua estratégia cirurgica?
Eu já tratei de vários pacientes com o condiloma acuminado e geralmente o paciente toma antibiotico antes da cirurgia e se prolonga até 7 dias, retiro as verrugas com o laser em dois tempos, isto é realizo uma primeira cirurgia para retirada de um lado e após a boa cicatrização deste lado eu retiro as verrugas do lado contralateral.
19- E o HPV em pacientes com HIV?
Se a resistência está comprometida o HPV tende a ser mais agressivo, razão pela qual as doenças sexualmente transmissiveis poderam está associada com maior frequencia nos pacientes com HIV. Eu procuro tratar imediatamente as verrugas e aumentar a resistencia local com pomadas adequadas.
Condiloma, crista de galo e verrugas genitais.
2- Quais as partes mais afetadas do corpo do homem?
O pênis na pele que reveste a glande (cabeça)e na região perianal.
3- Quais as queixas mais frequentes?
A presença da verruga, prurido ( coceira) e perda de secreção.
4- Existem quantos tipos de vírus?
Já foram isolados mais de 100 tipos pela técnica da biologia molecular
5- É importante realizar o exame de biópsia?
O ginecologista pela forte relação do cancer do colo do útero com o HPV pede de rotina, em proctologia não é uma rotina.
6- Quais os exames pedidos?
Exame histologico: mostra as alterações celulares.
Captura hibrida: Pela detecção do DNA viral classifica o tipo.
7- Quais as formas de contrair o vírus?
Contato direto com a pele infectada e objetos de uso pessoal, roupas íntimas, sabonete e objetos sexuais ( brinquedos ).
Não transmitem o HPV: Beijo social, aperto de mão, o abraço e o Ar.
8- E a transmissão pela relaçcão sexual.
Cerca de 75% das pessoas que tem relação sexual sem camisinha adquirem esse vírus, embora nem todas desenvolvem a doença.
9- Poderá ocorrer remissão expontanea da doença?
Aproximadamente 60% dos casos apresentam remissão expontanea através da eliminação do vírus pelo seu sistema imunologico de defesa.
10- Qual o periodo de incubação do vírus?
O aparecimento das verrugas poderá ocorrer de três semanas a oito meses, após a relação sexual.
11- Posso pegar o HPV pela relação oral?
As verrugas poderam aparecer na boca, lingua, lábios, laringe e faringe.
12- O vírus poderá sofrer transformação maligna?
Sim. Pesquisa feita pelo INCA mostrou que o HPV está associado a até 75% dos casos de cancer do pênis e em relação ao cânce anal o fato de voce ter o vírus não aumentará as suas chances de ter o cancer anal.
13- Qual a melhor forma de prevenção?
A camisinha, porém não esqueça que a camisinha não cobre a base do seu pênis, bolça escrotal e as virilhas e fricções nas preliminares e durante a relação com esta região poderá transmitir o HPV.
14- Na sua experiência, qual a melhor forma de tratamento?
Eu tenho usado o laser com uma substância que aplicada nos locais diminui em muito a chance de recidiva da afecção. Antes de procurar pelo laser, procure pelo medico que deverá ter competência para realizar o procedimento com o laser.
15- O que o senhor fala sobre a Vacina?
A vacina é uma realidade para a mulher, cujos resultados tem fundamentação cientifica o que não ocorre para os homens.
16- É verdade que a associação do HPV com fimose é prejudicial?
E verdade porque tanto a fimose quanto o excesso de pele cobrindo a glande cria um meio favoravel para a multiplicação do vírus. Eu tenho feito a cirurgia com o laser sob anestesia local.
17- O senhor indica as pomadas?
Já falei em palestras, artigos para revistas e sites que as verrugas dentro do reto ocorrem com consideravel frequencia na relação passiva, e eu não entendo como o paciente irá passar a pomada nas verrugas dentro reto associado a alguns maus resultados estético que eu vivenciei ao longo dos 15 anos tratando o publico GLBT.As pomadas não tratam as verrugas intraretais, são dolorosas, demoram muito tempo nas lesões acuminadas e poderam em alguns casos causar cicatrizes perianais, fissuras e estreitamento do canal anal importantes como eu ja vi.
18- No chamado condiloma acuminado, no qual há muitas verrugas cobrindo a abertura anal e alguns casos se progetando para o perineo, qual a sua estratégia cirurgica?
Eu já tratei de vários pacientes com o condiloma acuminado e geralmente o paciente toma antibiotico antes da cirurgia e se prolonga até 7 dias, retiro as verrugas com o laser em dois tempos, isto é realizo uma primeira cirurgia para retirada de um lado e após a boa cicatrização deste lado eu retiro as verrugas do lado contralateral.
19- E o HPV em pacientes com HIV?
Se a resistência está comprometida o HPV tende a ser mais agressivo, razão pela qual as doenças sexualmente transmissiveis poderam está associada com maior frequencia nos pacientes com HIV. Eu procuro tratar imediatamente as verrugas e aumentar a resistencia local com pomadas adequadas.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Anatomia peniana, entendendo?
Pênis:
É melhor começarmos pelo pênis, porque diante dele tudo parece secundário. O pênis do brasileiro em media tem 14 cm de comprimento em ereção sendo impossível saber qual seria o tamanho dele em ereção a partir do estado flácido. As principais funções do pênis são a de conduzir a urina para fora do corpo e transporte do esperma, tarefa para as quais o tamanho pouco importa. O grande mal-entendido de que a virilidade tem relação com o tamanho confundiu muita gente. Basicamente, o pênis que você tiver aos 20 anos, é o que terá pelo resto da sua vida. Seu pênis contem três tubinhos de tecido erétil esponjoso, dois no alto e um embaixo, que se encheram de sangue para produzir a ereção. A uretra leva a urina da bexiga para o exterior e passa pela parte baixa de seu pênis. A cabeça é chamada de glande que em um homem não circuncisado é coberta por uma pele. Os nervo proporcionam a sensação de prazer e estão concentrados no alto. Uma ponte de tecido entre a glande e o corpo do pênis é chamada de frênulo ou freio do prepúcio que é composto de tecido, artéria e nervo, razão pela qual o seu estirarnento durante a relação poderá gerar sangramento e dor. Na minha clinica já operei muitos pacientes com o laser de C02 porque reclamavam de dor no freio durante a relação e se sentiam mal do ponto de vista estético, diante da pele que recobre a glande. A maior parte do fluxo de sangue para o pênis flácido vai direto para as veias, deixando o tecido erétil vazio. Quando o sangue enche o tecido erétil, o pênis incha, elevando-se a um ângulo de 140 a 160 graus, determinando a ereção. A enrijecimento que você senti vem dos cilindros ou corpos esponjosos cheios de sangue. Como todos sabemos não podemos causar urna ereção voluntariamente. Os nervos involuntariamente relaxam os músculos em sua artéria peniana para que, mais sangue entre nas artérias, enquanto as veias se contraem para evitar que o sangue escape.
É melhor começarmos pelo pênis, porque diante dele tudo parece secundário. O pênis do brasileiro em media tem 14 cm de comprimento em ereção sendo impossível saber qual seria o tamanho dele em ereção a partir do estado flácido. As principais funções do pênis são a de conduzir a urina para fora do corpo e transporte do esperma, tarefa para as quais o tamanho pouco importa. O grande mal-entendido de que a virilidade tem relação com o tamanho confundiu muita gente. Basicamente, o pênis que você tiver aos 20 anos, é o que terá pelo resto da sua vida. Seu pênis contem três tubinhos de tecido erétil esponjoso, dois no alto e um embaixo, que se encheram de sangue para produzir a ereção. A uretra leva a urina da bexiga para o exterior e passa pela parte baixa de seu pênis. A cabeça é chamada de glande que em um homem não circuncisado é coberta por uma pele. Os nervo proporcionam a sensação de prazer e estão concentrados no alto. Uma ponte de tecido entre a glande e o corpo do pênis é chamada de frênulo ou freio do prepúcio que é composto de tecido, artéria e nervo, razão pela qual o seu estirarnento durante a relação poderá gerar sangramento e dor. Na minha clinica já operei muitos pacientes com o laser de C02 porque reclamavam de dor no freio durante a relação e se sentiam mal do ponto de vista estético, diante da pele que recobre a glande. A maior parte do fluxo de sangue para o pênis flácido vai direto para as veias, deixando o tecido erétil vazio. Quando o sangue enche o tecido erétil, o pênis incha, elevando-se a um ângulo de 140 a 160 graus, determinando a ereção. A enrijecimento que você senti vem dos cilindros ou corpos esponjosos cheios de sangue. Como todos sabemos não podemos causar urna ereção voluntariamente. Os nervos involuntariamente relaxam os músculos em sua artéria peniana para que, mais sangue entre nas artérias, enquanto as veias se contraem para evitar que o sangue escape.
HIV: prevenção é a melhor atitude e nunca esqueça a camisinha.
Na década de oitenta começou a haver um aumento nos serviços de urgência americanos de pacientes com pneumonia por Pneumocystis carini, doença rara e desconhecida pela maioria dos médicos, razão pela achava-se no inicio que o HIV estava relacionado ao homossexualismo, principalmente nos países ricos e na América Latina. A doença disseminou rapidamente nos diversos segmentos da sociedade, entre homens heterossexuais, mulheres e crianças. Estima-se que 600 mil pessoas sejam portadoras do HIV no Brasil e que 40.000 a 80.000 novos casos da doença sejam diagnosticadas nos Estados Unidos todos os anos.
o Vírus
Existem dois tipos de vírus, o HIV-I e o HIV-2. O primeiro tipo é o responsável pela grande maioria dos casos da doença e o tipo dois por casos isolados. Para que ocorra a contaminação o vírus deverá entrar no seu sangue e fixar-se a um receptor de proteínas nos seus linfócitos, que são anticorpos responsáveis pela chamada resposta humoral do seu organismo na presença do vírus. A verdade é que o HIV após entrar na corrente sangüínea tem um tropismo ou afmidade pelos linfócitos chamados CD4 e uma vez ftxado, injeta o seu RNA nos mesmos e passa a controlar o seu código genético. Uma enzima chamada transcriptase reversa converte o RNA do vírus em DNA. Este DNA viral passa pelo núcleo da célula e liga-se ao próprio DNA do paciente infectado. Assim o DNA viral passa a comandar a maquina reprodutiva da célula hospedeira, enviando ordens para que se produzam mais cópias do DNA viral. Desta forma os linfócitos CD4 foram convertidos em uma grande fonte de produção de HIV, chegando a 10 bilhões de copias por dia Os medicamentos atuam impedindo a replicação viral em alguma de suas etapas, porém os vírus deixam de circular na corrente sanguínea e passam a habitar ou se esconder nos gânglios linfáticos e nos propios linfócitos. O organismo continua produzindo anticorpos para combater os vírus, estes gradualmente iram destruindo os anticorpos e a doença entra na chamada fase de latência, isto é o paciente está bem clinicamente, porém os seus níveis de CD4 estão caindo e quando estes níveis ao longo dos anos chegarem a 200, a doença se desenvolve.
Incubação
O HIV após entrar no organismo humano, poderá permanecer por anos de forma assintomática. Este período poderá ser de oito anos.
Transmissão
As vias de transmissão do vírus poderam ser divididas em três grandes grupos:
- Transmissão sexual: Estão inclusos os homossexuais, heterossexuais e bissexuais, é o principal, contribuindo com 60% dos càsos.
- Transmissão sangüínea: Representam 30% dos casos, sendo que 80% dos casos confirmados de infecção por esta via, foram por injeção intravenosa de drogas.
- Transplacentaria: Mãe para o filho e contribui com 3-5% dos casos.
Populações de risco que deveram fazer exames para o HIV
- Relação sexual com parceiros eventuais sem o uso de preservativos, compartilhamento de seringa e agulhas, principalmente para drogas ejetáveis, transmissão de sangue contaminado, acidentes ocupacionais com objetos perfurocortantes que contenham material biológico de origem humana, presença de sangue ou fluidos contaminados e filho nascido de mãe portadora do HIV.
Siga as regras da boa saúde e proteja-se:
Todo homem portador do HIV tem uma desculpa para ter baixado a guarda, apesar de todo o bombardeio de informações sobre as diferentes orientações para o sexo seguro em campanhas publicitárias realizadas pelo governo e entidades privadas. Talvez a euforia ou amnésia produzida pelo álcool, drogas e ecstasy os façam ceder. A camisinha muitas vezes é deixada de lado pela diminuição na sensibilidade peniana pelo ativo. E muitos homens com medo de perder o parceiro aceitam a idéia de não usar a camisinha Os gays são quase sempre infectados por meio do sexo anal desprotegido ou por injeção de drogas e anabolizantes com agulhas compartilhadas. Embora casos isolados de transmissão do mv pelo sexo oral tenham sido relatados, o risco é mínimo. O contágio pela transfusão de sangrue é raro, após a conduta, de monitoramento com testes para o mv nos doadores. Lembrar que cortes abertos nos dedos, boca ou ânus tornarão a contaminação mais provável. As DSTs poderam atuar como facilitadoras da contaminação pelo HIV, possivelmente pelos pequenos ferimentos que facilitam o acesso dos vírus a corrente sanguínea.
Quadro Clinico
Na fase de infecção aguda, quando a síndrome se instala, 20 a 30% dos casos poderam apresentarem sintomas inespecificos, tais como: Febre, pequenas manchas na pele, aumento de gânglios e discreto aumento do figado e baço. Nesta fase a pesquisa de anticorpos contra o vírus será negativa, e se torna positiva somente 4 a 8 semanas após o contato com o vírus. Atualmente a medicina consegue na fase aguda (inicial) pela técnica de mensuração dos ácidos nucléicos do vírus (carga viral- PCR), conftrmar uma suspeita clinica, principalmente em pacientes de risco. Alguns médicos são a favor desta medição da carga viral que detecta o próprio vírus do HIV no sangue a partir de um mês após a infecção, o que poderá ser de grande importância para um tratamento precoce, antes que o vírus se dissemine. A evolução clinica com perda de mais de 10% do peso corporal, diarréia persistente com quadro de desnutrição confirmado por exames laboratoriais, configura o quadro complexo da AlDS. Na fase fmal da doença, há um intenso comprometimento imunológico do paciente que poderá apresentar infecções secundarias como a pneumonia por Pneumocystis carinii, acometimento da retina por citomegalovírus e o Sarcoma de Kaposi.
Diagnostico laboratorial do HIV
O ELISA é o teste que detecta os anticorpos virais no sangue e é o principal teste para a detecção do HIV usado em laboratórios da rede pública. É bastante especifico, porém há alguns casos de resultado falso positivo em pacientes com hepatite e lúpus. Por isso, deverá ser repetido com a mesma amostra de sangue e se houver duvida, fazer o Westem Blot que é mais especific
Tratamento
O tratamento desta afecção é um dos que mais muda rapidamente na área da saúde. Até pouco tempo os médicos indicavam o tratamento quando as células T caíssem abaixo de 200. Novas pesquisas indicam o tratamento quando a carga viral esteja entre 5.000 a 10.000 por mililitro ou quando a sua contagem de CD4+ esteja abaixo de 500. Muitos serviços preferem um tratamento agressivo na faze inicial da doença, na qual você se senti bem clinicamente, a carga viral é baixa, porém os vírus poderarn está escondidos nos gânglios. A justificativa da forma agressiva nesta fase é que mata os vírus escondidos, reduz a carga viral, diminuindo a possibilidade de infectar outros parceiros. A resistência dos vírus aos medicamentos foi um grande problema enfrentado pelos médicos nos anos oitenta, pois nesta época o AZT era o único medicamento. Outros medicamentos surgiram (Ritonavir, efavirens, indinavir, nelfinavir) e associados ao AZT resultaram em melhores resultados no tratamento da AIOS. A AIOS deixou de ser uma doença letal e passou a ser uma afecção crônica e, portanto passível de tratamento. Uma vez iniciado o tratamento, você estará comprometido por toda a vida, o que significará uma carga emocional, física e possíveis restrições de tempo por causa das drogas e seus efeitos colaterais. Às vezes é dificil, pelos efeitos colaterais (vômitos, diarréia) altas dosagens, mais procure seguir as orientações de horários estabelecidos pelo seu medico para ingerir os comprimidos.
Profilaxia
Será realizada através da pratica do sexo seguro, controle adequado de sangue e derivados, prevenção entre usuários de drogas intravenosas e campanhas de prevenção da população sobre os riscos de transmissão do vírus ffiV.
o Vírus
Existem dois tipos de vírus, o HIV-I e o HIV-2. O primeiro tipo é o responsável pela grande maioria dos casos da doença e o tipo dois por casos isolados. Para que ocorra a contaminação o vírus deverá entrar no seu sangue e fixar-se a um receptor de proteínas nos seus linfócitos, que são anticorpos responsáveis pela chamada resposta humoral do seu organismo na presença do vírus. A verdade é que o HIV após entrar na corrente sangüínea tem um tropismo ou afmidade pelos linfócitos chamados CD4 e uma vez ftxado, injeta o seu RNA nos mesmos e passa a controlar o seu código genético. Uma enzima chamada transcriptase reversa converte o RNA do vírus em DNA. Este DNA viral passa pelo núcleo da célula e liga-se ao próprio DNA do paciente infectado. Assim o DNA viral passa a comandar a maquina reprodutiva da célula hospedeira, enviando ordens para que se produzam mais cópias do DNA viral. Desta forma os linfócitos CD4 foram convertidos em uma grande fonte de produção de HIV, chegando a 10 bilhões de copias por dia Os medicamentos atuam impedindo a replicação viral em alguma de suas etapas, porém os vírus deixam de circular na corrente sanguínea e passam a habitar ou se esconder nos gânglios linfáticos e nos propios linfócitos. O organismo continua produzindo anticorpos para combater os vírus, estes gradualmente iram destruindo os anticorpos e a doença entra na chamada fase de latência, isto é o paciente está bem clinicamente, porém os seus níveis de CD4 estão caindo e quando estes níveis ao longo dos anos chegarem a 200, a doença se desenvolve.
Incubação
O HIV após entrar no organismo humano, poderá permanecer por anos de forma assintomática. Este período poderá ser de oito anos.
Transmissão
As vias de transmissão do vírus poderam ser divididas em três grandes grupos:
- Transmissão sexual: Estão inclusos os homossexuais, heterossexuais e bissexuais, é o principal, contribuindo com 60% dos càsos.
- Transmissão sangüínea: Representam 30% dos casos, sendo que 80% dos casos confirmados de infecção por esta via, foram por injeção intravenosa de drogas.
- Transplacentaria: Mãe para o filho e contribui com 3-5% dos casos.
Populações de risco que deveram fazer exames para o HIV
- Relação sexual com parceiros eventuais sem o uso de preservativos, compartilhamento de seringa e agulhas, principalmente para drogas ejetáveis, transmissão de sangue contaminado, acidentes ocupacionais com objetos perfurocortantes que contenham material biológico de origem humana, presença de sangue ou fluidos contaminados e filho nascido de mãe portadora do HIV.
Siga as regras da boa saúde e proteja-se:
Todo homem portador do HIV tem uma desculpa para ter baixado a guarda, apesar de todo o bombardeio de informações sobre as diferentes orientações para o sexo seguro em campanhas publicitárias realizadas pelo governo e entidades privadas. Talvez a euforia ou amnésia produzida pelo álcool, drogas e ecstasy os façam ceder. A camisinha muitas vezes é deixada de lado pela diminuição na sensibilidade peniana pelo ativo. E muitos homens com medo de perder o parceiro aceitam a idéia de não usar a camisinha Os gays são quase sempre infectados por meio do sexo anal desprotegido ou por injeção de drogas e anabolizantes com agulhas compartilhadas. Embora casos isolados de transmissão do mv pelo sexo oral tenham sido relatados, o risco é mínimo. O contágio pela transfusão de sangrue é raro, após a conduta, de monitoramento com testes para o mv nos doadores. Lembrar que cortes abertos nos dedos, boca ou ânus tornarão a contaminação mais provável. As DSTs poderam atuar como facilitadoras da contaminação pelo HIV, possivelmente pelos pequenos ferimentos que facilitam o acesso dos vírus a corrente sanguínea.
Quadro Clinico
Na fase de infecção aguda, quando a síndrome se instala, 20 a 30% dos casos poderam apresentarem sintomas inespecificos, tais como: Febre, pequenas manchas na pele, aumento de gânglios e discreto aumento do figado e baço. Nesta fase a pesquisa de anticorpos contra o vírus será negativa, e se torna positiva somente 4 a 8 semanas após o contato com o vírus. Atualmente a medicina consegue na fase aguda (inicial) pela técnica de mensuração dos ácidos nucléicos do vírus (carga viral- PCR), conftrmar uma suspeita clinica, principalmente em pacientes de risco. Alguns médicos são a favor desta medição da carga viral que detecta o próprio vírus do HIV no sangue a partir de um mês após a infecção, o que poderá ser de grande importância para um tratamento precoce, antes que o vírus se dissemine. A evolução clinica com perda de mais de 10% do peso corporal, diarréia persistente com quadro de desnutrição confirmado por exames laboratoriais, configura o quadro complexo da AlDS. Na fase fmal da doença, há um intenso comprometimento imunológico do paciente que poderá apresentar infecções secundarias como a pneumonia por Pneumocystis carinii, acometimento da retina por citomegalovírus e o Sarcoma de Kaposi.
Diagnostico laboratorial do HIV
O ELISA é o teste que detecta os anticorpos virais no sangue e é o principal teste para a detecção do HIV usado em laboratórios da rede pública. É bastante especifico, porém há alguns casos de resultado falso positivo em pacientes com hepatite e lúpus. Por isso, deverá ser repetido com a mesma amostra de sangue e se houver duvida, fazer o Westem Blot que é mais especific
Tratamento
O tratamento desta afecção é um dos que mais muda rapidamente na área da saúde. Até pouco tempo os médicos indicavam o tratamento quando as células T caíssem abaixo de 200. Novas pesquisas indicam o tratamento quando a carga viral esteja entre 5.000 a 10.000 por mililitro ou quando a sua contagem de CD4+ esteja abaixo de 500. Muitos serviços preferem um tratamento agressivo na faze inicial da doença, na qual você se senti bem clinicamente, a carga viral é baixa, porém os vírus poderarn está escondidos nos gânglios. A justificativa da forma agressiva nesta fase é que mata os vírus escondidos, reduz a carga viral, diminuindo a possibilidade de infectar outros parceiros. A resistência dos vírus aos medicamentos foi um grande problema enfrentado pelos médicos nos anos oitenta, pois nesta época o AZT era o único medicamento. Outros medicamentos surgiram (Ritonavir, efavirens, indinavir, nelfinavir) e associados ao AZT resultaram em melhores resultados no tratamento da AIOS. A AIOS deixou de ser uma doença letal e passou a ser uma afecção crônica e, portanto passível de tratamento. Uma vez iniciado o tratamento, você estará comprometido por toda a vida, o que significará uma carga emocional, física e possíveis restrições de tempo por causa das drogas e seus efeitos colaterais. Às vezes é dificil, pelos efeitos colaterais (vômitos, diarréia) altas dosagens, mais procure seguir as orientações de horários estabelecidos pelo seu medico para ingerir os comprimidos.
Profilaxia
Será realizada através da pratica do sexo seguro, controle adequado de sangue e derivados, prevenção entre usuários de drogas intravenosas e campanhas de prevenção da população sobre os riscos de transmissão do vírus ffiV.
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