Seja bem vindo ao Blog da Saúde LGBT

Neste espaço o Dr. Paulo Branco ira continuamente publicar matérias além de responder duvidas
relacionadas a Medicina e Qualidade de Vida voltadas a população LGBT. Este espaço no entanto,
não substitui a consulta médica, que deverá ser feita pelo médico, no consultório, de corpo presente.





Alguns amigos e pacientes do Dr. Paulo Branco que inspiraram ele a fazer esse Blog.

Youtube - Dr. Paulo Branco

Youtube - Série especial de vídeos

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Revista eletrônica: cura e casamento gay


Revista eletrônica gay:
Responsáveis:
Medico proctologista:  Dr Paulo Branco 
Secretária: Monica Sinotti 
Contato: 986663281
blog da saude gay

Objetivo: Nesta revista eletrônica eu irei colocar todas as matérias escritas por mim para os meus blogs e colunas das revistas GLBT e colocarei também matérias escritas por outros autores para diferentes tipos de revistas,  que eu tenha lido e achado educativa para o publico. Ficarei muito grato com a sua interatividade, dando a sua opinião sobre as diferentes matérias que serão apresentadas.

Colaboradores:
Revistas de todos os seguimentos e se você ler algum artigo e julgar ser de interesse para esta revista eletrônica, pode me enviar que será bem vindo, pois você será o meu parceiro na escolha dos temas.
 Enviar para: paulobranco@terra.com.br



Tema: Anabolizantes







Tema: Hipertrofia muscular











Tema: Melatonina







Cura gay: Vanessa 


Revista veja
Matéria: Cura gay




Tema: cura gay















Tema: Casamento gay 
Uma unanimidade entre as celebridades, foi liberado:

Foto: Casamento de Daniela Mercury.


Foto: Casamento dos meus amigos, Fabricio Viana e Alex. 
Foto de casamento

Foto: Casamento do primeiro casal francês a se casar na embaixada francesa em brasilia.

Foto de casamento

Foi Liberado:
O casamento gay, que demorava cerca de 120 dias para ser liberado ou não, foi liberado a partir do dia primeiro de março. Foi uma grande conquista do ponto de vista da lei, mas isolada não anula o comportamento homofobico da nossa sociedade heterossexista. Uma pesquisa realizada na universidade de Yala, nos EUA mostrou que quando o casamento foi proibido, aumentou: 

                  Brasil: casamento no cartório

Proibição: Quando o casamento gay foi proibido, os estudos mostraram:
Distúrbio humor: 37%
Ansiedade: 25%
Abuso de drogas: 42%


Revista: EPOCA
Matéria: Casamento gay








Revista: Marie Clair 
Matéria: Casamento gay
Apoio: Consciente das celebridades




Celebridades: Unanimes na aceitação da união estável entre gays. Veja as celebridades com a camisa do SIM a união gay.


Fotos: Das celebridades que são a favor da união entre pessoas do mesmo sexo.








Vanessa: Uma diva para o publico gay, já tive a oportunidade de assisti o seu show, gostei muito.

Show na boate gay The Week no Rio



Revista Quem:
Matéria: Vanessa fala ser contra a homofobia e o projeto cura gay, considera um absurdo.




Revista playboi: Ensaio




Revista Conta Mais: 

Matéria: Mara Maravilha, gay é uma aberração.












Foto do celular: Fui mal interpretada.





2- Dica de leitura: 
Livro: SEXUALIDADE
Gostei de ler os artigos sobre Autoconhecimento e qualidade de vida descritos neste livro, através de uma linguagem fácil de entender. Parabéns aos autores apresentados na capa do livro: Indico a leitura deste livro, muito educativa.












3- Tema: Educação 

Casal cria filhos sem distinção de gênero: 
 Criar os filhos sem nenhuma distinção de gênero, conseguirá eliminar o estereotipo da criação tradicional, que é focada na heterossexualidade?
Tenha em mente, que na sociedade atual, todo pai cria o seu filho para ser heterossexual. 

Foto: Família formada


Foto: Ainda formaremos uma família.


Um casal de Portland, EUA, escolheu criar seus filhos sem nenhuma distinção de gênero. Assim, espera que estereótipos não limitem seu desenvolvimento.
Azul para meninos, rosa para meninas. Carrinhos pra eles, bonecas para elas. “É assim que a maioria educa seus filhos. Lá em casa é diferente. A idéia da criação sem diferenciação de gênero é oferecer as crianças um arco-íris de opções e permitir que usem, vistam e brinquem com o que quiserem, não com o que  “deveriam”querer. O problema de educar dando ênfase nas divisões de gêneros é que não sabemos realmente qual o gênero de nossos filhos até que eles mesmos nos digam. Cerca de 1% das crianças são transgêneros ou não se encaixam nas classificações tradicionais de menino ou menina. Ser criado  “ como menina “ é prejudicial e doloroso para meninas que se veem como meninos, e vice-versa.
A educação tradicional também limita o que as crianças podem fazer e se tornar. Isso vem das expectativas da sociedade sobre o que significa ser “menino” ou “menina”. Nos EUA, por exemplo espera-se que meninas sejam atraentes, mas também estudiosas ( embora ruis em ciências). Elas devem gostar de bonecas, de se vestir e de decorar a casa. Já garotos escutam desde cedo que são barulhentos e violentos, e que têm de ser poderosos e bem sucedidos no futuro.
Nenhum desses estereótipos é completamente ruim nem falso: muitas garotas de fato gostam de se arrumar, assim como muitos garotos adoram praticar esportes, e não há nada de errado com eles.

Foto: indico para a sua leitura




Foto: Este filme eu assisti, fantástico.



Como esse tipo de criação funciona na prática?
Oferecendo escolhas. Tenho dois filhos, que no meu blog são chamados de Boychick, de 5 anos, e Vulva Baby, que tem quase 1 ano. Boychick cresceu com uma variedade de roupas e brinquedos. Nunca cortamos seu cabelo, embora lhe déssemos essa opção. Por volta dos três anos e meio, começou a dizer que era um garoto. Suas cores favoritas são o rosa e o vermelho brilhante. Com seu cabelo longo e seus sapatos roxos, ele é muitas vezes chamado de menina na rua. Mas ele não está nada confuso sobre seu gênero: sabe que é um garoto, não importa a cor que vista nem seus brinquedos preferidos. Já Vulva Baby ainda não tem senso de gênero. Pelo menos nenhum que ela ainda possa dizer. Como aconteceu com Boychick , achamos que é menina, mas não saberemos até que ela nos diga.
Eu e meu parceiro temos a sorte de viver em Portland, onde esse estilo de educação não é totalmente estranho. Mas é claro que me preocupa. À medida que os meus filhos crescem, há mas oportunidades para que pessoas sejam rudes com eles. Se quiser, Boychick é livre para cortar o cabelo e usar roupas diferentes. Eu espero com, contudo, que ele seja verdadeiro consigo mesmo diante da adversidade.
Criar assim não é fazer lavagem cerebral nos filhos nem tentar eliminar os gêneros. É dar às crianças a chance de pensar sobre o que o gênero significa para elas. E apoiá-la a se tornar o que querem ser.


Foto: Criação poderá ser sem preconceitos, mas deverá ser responsável.





4-  Artigo: Escola
Tema: Só para gays.
A Harvey Milk School é voltada prioritariamente para jovens homossexuais. Suas diretrizes dizem que a “escola é aberta para todos os alunos, independentemente de raça, gênero e da orientação sexual.
Mas, na prática, quase todos os alunos são abertamente gays ou lésbicas. A escola foi criada para que adolescentes homossexuais pudessem estudar sem a ameaça de violência física ou emocional que costumavam enfrentar no ambiente escolar tradicional, explica Thomas Krever, diretor executivo da iniciativa. Para o diretor, em um ambiente em que possam se expressar livremente, os alunos têm mais condições de se dedicar aos estudos. A instituição foi alvo de criticas por ser abertamente voltada a um perfil especifico de estudantes, especialmente depois de ter sido transformada em uma escola pública em 2002, passando a receber recursos do governo. Mas, pelos dados da escola, os  resultados dos alunos da escola em exames são superiores aos  da media de outras escolas. Aí fica difícil contestar.

Foto: Criação homossexual sem violência física nem emocional.



5- Revista G magazine:  
DST mas frequentes no verão, previna-se. Este artigo eu escrevi para a revista G magazine.


Foto: DST no verão, já vá se prevenindo.





Foto: Camisinha sempre, principalmente no sexo casual, nas baladas, quando o parceiro é desconhecido, saunas, casas de massagem, sexo forte consentido e nos brinquedos.

Colocando a camizinha


Foto: Não usou o preservativo, veja os resultados abaixo:

Vírus do HIV ( Verde ): Contaminação 
HPV: Verruga pele perianal
HPV: Verrugas anais 
HPV: Pênis


6- Cura gay: Manifestações e Protestos.
Ministério da saude: Irá pedir anulação.
- Autoridades, políticos e artistas se mobilizam contra o projeto de cura do homossexualismo, segundo eles não poderá ser tratado como uma doença.
                   Ministra: Vou trabalhar para derrubar.


Fotos: Artistas se posicionam contra.


Fotos: Políticos que votaram a favor do projeto.





7- Entrevistas: Deputado Jean Wyllys

Revista: TRIP
Matéria: Entrevista com Jean Wyllys. 
Esse homem luta e briga contra um sistema poderoso de oposição, mas relata que não aprendeu e não sabe usar as mãos, e que o amor é a sua arma para encarar esses adversários terríveis. 






Revista: SEXY









8- Revista: Junior

Matéria: Daniela Mercure



9- Revista H: 





Matérias: Três artigos

1- Tema: Corpo estranho no reto 
Autor: Dr Paulo Branco






2- Tema: Barriga de Aluguel.

Por Helio Filho







3- Tema: Saude 
 HIV: Carga viral indetectável:
 Por Helio Filho 





10- Revista GLAD: 




11- Revista: NEW YORKER
Adicionar legenda






11- Revista Cristianismo
Matéria: União homoafetiva





12- Revista FINISHER:
Matéria: Corrida aumenta a sua longevidade de 5 a 6 anos.





13- Revista: Muscular

 Suplementos: 




Panturrilhas: Treinamento









14- Revista: Treino



Matéria: 
Panturrilhas: Treinamento adequado para aumentar o volume






15- Revista: Men's Health 












































  

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Sexologia: Alterações sexuais com o avançar da idade


Sexologia: Alterações sexuais com a idade
Medico: Dr. Paulo branco

Um relacionamento sexual saudável pode afetar positivamente todos os aspectos de sua vida, incluindo sua saúde física e sua autoestima. Apesar de os filmes e a televisão insinuarem que o sexo é apenas para adultos mais jovens, isso não é verdade. A necessidade de intimidade é imutável.
Todavia, a idade produz alterações físicas que podem afetar a sexualidade. Uma das alterações sexuais mais comuns é uma redução gradual do tempo para ficar excitado, para consumar o ato sexual e para estar pronto para ter sexo novamente.
Nas mulheres, a maior parte das alterações sexuais físicas está ligada à menopausa e a níveis reduzidos de estrogênio. Leva mas tempo para a vagina dilatar-se e lubrificar-se quando a mulher está excitada sexualmente. As paredes da vagina ficam mais finas, mais secas e menos elásticas. Essas alterações podem tornar a relação sexual menos confortável. Depois da menopausa, algumas mulheres também têm menos interesse sexual. Isso tem mais haver com uma redução na testosterona do que no estrôgenio. A testosterona regula o impulso sexual, quer você seja homem, quer seja mulher.
A proporção que os homens envelhecem, podem descobrir que demora mais para terem uma ereção. As ereções podem ser menos firmes, e alguns homens podem não ejacular ao terem um orgasmo. Você também pode precisar de mais tempo entre as ejaculações. O envelhecimento não causa disfunção erétil ( impotência), embora seja mais comum nos idosos. As causas comuns são abuso de álcool, medicamentos, fumo e doenças como o diabetes e aterosclerose.
Essas alterações físicas certamente não significam que sua vida sexual esteja chegando ao fim, porém você talvez tenha de redefinir algumas de suas expectativas e suposições. Manter sua capacidade de fazer sexo à medida que você envelhece depende tanto de sua mente quanto de seu corpo. Se você fica embaraçado ou envergonhado pela mudança em suas necessidades sexuais, sua ansiedade pode afetar sua capacidade de ficar excitado. O estresse de se preocupar demais com o desempenho pode causar impotência nos homens ou falta de excitação nas mulheres.

O que você poderá fazer?
Existem formas de adaptar-se às mudanças nas necessidades, padrões e desempenho sexuais, estão vamos lá:

- Não se apresse: As preliminares mais longas podem ajudar aos homens a se excitarem e podem ajudar a estimular a lubrificação natural nas mulheres. Fazer as coisas devagar pode ajudá-lo a evitar a ansiedade em relação ao desempenho.

- Use um lubrificante: Se você é uma mulher com secura vaginal, experimente um lubrificante à base de água ou quem sabe converse com o seu medico sobre os cremes a base de estrogênio. Relações sexuais regulares ajudarão a manter a lubrificação e a elasticidade vaginal.

- Converse com seu parceiro ou parceira: A comunicação aproxima você e seu parceiro ou parceira. Discuta as mudanças pelas quais você está passando e o que seu parceiro ou parceira pode fazer para adaptar-se durante as relações sexuais.

- Altere sua rotina:
Mudanças simples podem melhorar sua vida sexual. Mude a hora do dia na qual você tem relações sexuais para uma hora na qual esteja com o máximo de energia. Como pode levar mas tempo para você se excitar, reserve tempo para preparar o cenário para o romantismo, como um jantar romântico  ou saindo a noite para dançar. Experimente uma nova posição sexual.

- Controle as suas expectativas:
Se você não praticava relações sexuais com muita frequência quando adulto mais jovem, não espere fazer muito sexo quando for idoso. Os parceiros que têm relações sexuais frequentes quando são mais jovens têm mais probabilidade  de continuar assim enquanto envelhecem.
- Cuide-se:
Uma dieta saudável  associada a prática regular de exercícios físicos, como uma caminhada de 30’por dia e boas horas de sono manterão o seu corpo ajustado com precisão.

- Coloque sempre a camisinha:
A AIDS aumentou entre pessoa de mais idade, homens e mulheres  pela  falta de costume de usar a camisinha na relação, ativa ou passiva. Lembrar que todas as pessoas sexualmente ativas, independente da idade, podem contrair doenças sexualmente transmissíveis, como HPV, AIDS, sífilis, hepatite e gonorreia.

- Medicamentos:
Acho que foi maravilhoso e um presente da medicina para esses pacientes os medicamentos que favorecem a ereção. Se necessário converse com o seu médico.

Sexologia: Impotência homem


Sexologia: Impotência
Medico: Dr. Paulo Branco
www.medicinaintegrada.med.br

Nos homens, um dos problemas sexuais mais importantes é a impotência, também conhecida como disfunção erétil. Desejo diminuído também pode ser um problema para alguns homens.

Impotência:
Três etapas importantes são necessárias para produzir e sustentar uma ereção.

1- A primeira é a excitação sexual, que vem dos sentidos e dos pensamentos.
2- A segunda é a resposta do sistema nervoso, na qual o cérebro comunica a excitação sexual aos nervos do corpo, incluindo os nervos no pênis.
3- A terceira é uma ação relaxante dos vasos sanguíneos que suprem o pênis, permitindo que mais sangue flua para dentro dos corpos cavernosos que produzem a ereção.
Se alguma coisa afeta qualquer um desses fatores ou o delicado equilíbrio entre eles, a impotência pode resultar.

Atenção: Informações elementares
A impotência é uma incapacidade persistente de obter uma ereção ou de mantê-la por tempo suficiente para as relações sexuais. O desejo sexual diminuído ou até a perda do desejo sexual não é o mesmo que impotência. A impotência refere-se à incapacidade de usar o pênis para a atividade sexual mesmo na presença de desejo e oportunidade. Va preocupar Um episódio ocasional de impotência acontece com a maioria dos homens e é perfeitamente normal. Na maioria dos casos, não é nada com que se deva preocupar. À proporção que os homens envelhecem, também é normal que eles vivenciem mudanças na função erétil. As ereções podem levar mais tempo para desenvolver-se, podem não ser tão rígidas ou podem exigir mais estimulação direta para serem atingidas. Os homens também podem observar que os orgasmos são menos intensos, o volume ejaculado é reduzido  e o tempo de recuperação aumenta entre as ereções. Todavia, quando a impotência se torna um problema persistente, ela pode danificar a autoimagem de um homem, bem como a sua vida sexual. Ela também pode ser um sinal de um problema pessoal ou embaraçoso, mas é importante procurar tratamento, sobretudo se uma causa física pode ser culpada. Em muitos casos, a disfunção erétil pode ser tratada com êxito.

Fatores de risco:      
Uma ampla variedade de fatores de risco físicos e emocionais pode contribuir para a impotência. Eles incluem:

- Doenças e distúrbios físicos:
Doenças crônicas dos pulmões, do fígado, dos rins, do coração, dos nervos, das artérias ou das veias podem determinar á impotência. O mesmo se pode dizer do sistema endócrino, particularmente o diabetes. O acúmulo de depósitos ( placas) nas artérias ( aterosclerose ) também pode evitar que uma quantidade adequada de sangue  entre no pênis. E em alguns homens a impotência pode ser causada por baixos níveis de testosterona.

- Cirurgia ou trauma:
A cirurgia do câncer de próstata ou colorretal poderá resultar em problemas de impotência. Lesão da artéria pélvica ou na medula espinhal também pode causar problemas.

- Medicamentos:
Uma ampla variedade de fármacos, incluindo antidepressivos, os anti-histamínicos, e os medicamentos para tratar hipertensão, a dor e o câncer de próstata, pode causar impotência por interferir  nos impulsos nervosos ou no fluxo de sanguíneo para o pênis. Os tranquilizantes e os indutores do sono também podem causar problemas.




- Abuso de substancias: 
O uso crônico de álcool, maconha ou outras drogas com frequência causa impotência e impulso  sexual diminuído. 

- Estresse, ansiedade ou depressão:
O estresse libera substancias vasoconstrictoras, diminuindo o volume adequado de sangue para que haja a ereção.

Tratamento:
O tratamento da impotência inclui tudo, desde medicamentos e dispositivos mecânicos simples até cirurgia e aconselhamento psicológico. O tratamento aconselhado pelo seu medico dependerá da causa e da gravidade de sua condição:

- Aconselhamento psicológico:
Se o estresse, a ansiedade ou a depressão é a causa de sua impotência, seu médico pode sugerir que você, ou você e o seu parceiro ou parceira, consulte um psicólogo ou psiquiatra com experiência no tratamento de problemas sexuais.

-     Medicamentos orais:
Os medicamentos orais ( Cialis, Levitra, Viagra) aumentam os efeitos do óxido nítrico que é uma substancia chamada de neurotransmissor ( mensageiro químico) que atua relaxando os músculos lisos do pênis, aumentando o fluxo de sangue o que permite uma ereção mas fácil em resposta ao estimulo sexual. Embora esses medicamentos possam ajudar muitas pessoas, nem todos os homens podem ou devem toma-los para tratar a impotência.

- Terapia de reposição hormonal:
       Testosterona baixa x Desejo diminuído: A testosterona regula o impulso sexual. Embora os homens não sofram tanto quanto as mulheres na andropausa, a testosterona diminui gradualmente com o tempo. Essa diminuição provavelmente é a responsável por um pouco da perda do desejo sexual com o avançar da  idade.
        Um exame que dê o perfil dos hormônios e de outras substancias envolvidas deverá ser solicitado. Se você estiver entre o pequeno grupo de homens cuja impotência está relacionada com deficiências hormonais, as diferentes formas de reposição poderão ajuda-lo.


- Cirurgia:
        As opções cirúrgicas podem ser cogitadas  se outros tratamentos fracassarem.

     Conclusão:
     As medidas descritas a seguir podem ajuda
    -lo a diminuir a probabilidade de ter uma
    impotência:
    - Restrinja ou evite o uso de álcool e outras drogas semelhantes: O álclibera no organismo o mais potente radical livre que se conhece, a hidroxila que tem uma ação deletéria para todos os tecidos que atua.
    -  Pare de fumar: A nicotina determinará diminuição do fluxo de sangue para e pênis pelo seu potente efeito vasoconstrictor, além de favorecer a entrada de gordura na parede das artérias penianas e instalação da aterosclerose com o passar do tempo.
    -  Exercite-se regularmente: Percebo no consultório que pacientes que perderam peso e aprenderam a ter uma alimentação fracionada e balanceada e a colocar a pratica do exercício físico como parte obrigatória da sua agenda diária referiram melhora da sua vida sexual;
    -  Reduza o estresse: A participação do estresse poderá representar 100% da disfunção. Esses pacientes referem melhora mesmo quando ficam por um tempo curto longe do fator desencadeador do estresse que vai de relacionamento até o seu trabalho. Tem importância nestes pacientes a dosagem do cortisol e diminuição se estiver elevado.
    -  Durma bem: E no sono profundo que você recupera e faz uma varredura em todas as células lesadas durante o dia, pela produção de hormônios como o GH ( hormônio do crescimento ) e a testosterona responsável direto pelo seu libido.
    -  Enfrente a depressão e a ansiedade: A depressão determinará o desinteresse e  deixará você apático, sem pegada nenhuma e a ansiedade determinará que você pule etapas importantes para uma relação sexual prazerosa.
    -   Comunição: Comunique-se franca e abertamente com o seu parceiro ou parceira;
    -   Dialogo: Cogite a busca de aconselhamento como um casal.
                                         
Disfunção erétil e risco de doenças:
Uma pesquisa realizada na universidade Nacional da Austrália publicada no periódico PLoS Medicine avaliou no período de 2006 a 2009 cerca de 95.000 homens com mais de 45 anos que nunca apresentaram problemas cardíacos, mas com disfunção erétil de moderada a grave, podem ser até oito vezes mais propensos a ter insuficiência cardíaca em comparação com aqueles não apresentam  a disfunção. Esses homens também tem um risco de 92% maior de apresentar doença arterial periférica ( Estreitamento das artérias nas extremidades inferiores ), 66% maior de sofrer um ataque cardíaco, e 60% maior de desenvolver doença isquêmica do coração. Além disso, o risco de morte por qualquer outra causa é quase duas vezes maior entre esses homens e o de serem hospitalizados por problemas cardiovasculares, 505 mais elevado. Esses riscos foram maiores em pacientes com disfunção erétil que já apresentavam algum problema no coração.

Conclusão:
Para Emily Banks, coordenador da pesquisa, não se sabe ao certo quais as razões ou motivos que fazem com que a disfunção erétil eleve o risco de doenças cardíacas. No entanto, ela acredita que, como as artérias do pênis são menores do que as das outras partes do corpo, elas podem ser mais propensas a manifestar problemas quando são deterioradas.





terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Cisto Pilonidal: Tratamento com o laser


Cisto Pilonidal: Tratamento com o laser

Planos de saúde: Trazendo a sua carteira do plano de saúde, terá um desconto nas consultas e procedimentos realizados pelo Dr Paulo Branco.

Duvidas:
WhatsApp: 995204135 
Contatos:
Vila Olímpia: 011- 38467973
Pompeia: 011 - 36728943 / 986663281

Incidência:É mais freqüente no homem, 3:1 e o numero de pacientes tratados anualmente foi estimado entre 40.000 a 70.0000. É rara em pessoas com idade superior aos 40 anos e têm maior incidência entre os 16 e 20 anos, permanecendo elevada até os 26 anos quando começa a declinar, sendo rara em crianças e mais freqüente em regiões com muitos pelos.

Definição:
- Pode ser definido como um trajeto fistuloso sob a pele de natureza crônica e presente no sulco entre os dois glúteos.

Constituição:
- Geralmente é formado por um trajeto que drena em dois orifícios, porém mais de um trajeto e orifícios poderão está presentes.

Causas: 
Não têm uma causa exata e duas teorias tentam explicar a causa destes cistos:

- Congênita
: Baseada em conceitos puramente teóricos.

- Adquirida: 
Têm sido mais aceita e explica que o cisto seria conseqüente a inflamação dos folículos pilosos (local onde os pelos nascem) ou os pelos nascem para dentro da pele, funcionando como um corpo estranho desencadeando uma resposta inflamatória do organismo na volta do pelo que chamamos de cisto pilonidal.

Risco de malignização Matt em 1988 reportou um caso de transformação maligna. Pilipshen e colaboradores em 1981 encontraram mais oito casos em trinta e dois pacientes operados. Esses autores relataram que a transformação maligna foi mais freqüente quando os cistos se apresentavam na forma de uma úlcera grosseira com bordos irregulares. Geralmente o medico não solicita um exame histológico do cisto pelo seu aspecto macroscópico não ter características de malignidade, é uma conduta de risco porque somente pelas características teciduais não se poderá afastar totalmente a malignidade do cisto.

Manifestação clinica:
Geralmente o diagnostico não é difícil. Os pacientes referem o aparecimento de forma aguda de uma dor de moderada a intensa e saída de pelos e perda de secreção pelos orifícios do cisto. A dor muitas vezes piora com a postura, pratica de esporte como o ciclismo e traumatismos locais. Alguns pacientes referem que a primeira sintomatologia já foi com a dor associada a uma grande coleção de secreção purulenta dentro do cisto. Raramente o medico conseguirá detectar os orifícios deste cisto fora da fase aguda, isto é antes do paciente não está ciente da presença da afecção. Se não houver tratamento nesta fase aguda, estes cistos poderão evoluir para a cronicidade devido à ruptura e formação de novostrajetos fistulosos.

Exames:
Os exames radiológicos, ressonância magnética e Ultrassonografia deveram ser pedidos somente para os casos em que o medico deseja estudar a extensão do cisto, numero de trajetos fistulosos e para os casos de reoperação. Estes exames facilitam para o cirurgião achar o plano tecidual certo para retirada total do cisto.

Tratamento:
O tratamento definitivo para a doença pilonidal é realizado por excisão da cavidade pilonidal estabelecida e dos trajetos fistulosos associados com a retirada de todos os orifícios ou aberturas externas dirigidas ou comunicadas com os trajetos fistulosos. A profundidade e a largura do local da excisão dependem do tamanho da cavidade do cisto e de quaisquer trajetos fistulosos associados. Todo tecido cronicamente infectado deverá ser removido, o qual é reconhecido facilmente como tecido de granulação durante a realização do procedimento. O cirurgião deverá ter o cuidado de estudar a extensão da afecção para não correr o risco de realizar uma cirurgia parcial, principalmente na profundidade destes cistos.


- Depilação a laser: Durante os últimos anos eu tenho solicitado aos meus pacientes que realizem uma depilação com laser em uma área de segurança na volta do cisto, porque muitos cirurgiões realizam a retirada do cisto em meio aos pelos, facilitando a penetração destes na cirurgia e reaparecimento da doença.

- Fase de Abscesso:Eu prefiro realizar a simples drenagem da coleção, porque os tecidos estão friáveis, edemaciados o que tornará os movimentos do cirurgião de risco para lesões de estruturas anatômicas que não poderá ser lesadas. Eu sempre gosto de deixar um pequeno dreno laminar dentro da cavidade drenada. O paciente deverá ser instruído que este procedimento não deverá ser entendido como um procedimento definitivo.

- Fase Crônica:
Eu prefiro a retirada de todo o cisto com o laser, sob anestesia local e fechamento primário da cavidade com fios especiais. As minhas taxas de recidiva ou retorno do cisto que foi de 2%. Gabriel (1987) com a mesma técnica realizada em 89 pacientes relatou 4% de recidiva. Notaras (1970) acompanhou durante 10 anos, 42 pacientes tratados por esta técnica e a recidiva foi observada em cinco destes pacientes no primeiro ano.

COMENTÁRIO: Dr. Paulo Branco
O que eu observei ao longo dos anos é que os pacientes demoram muito tempo para realizar a cirurgia, muitos pacientes relatam que o cisto era pequeno e aumentou muito ao longo dos meses, já tive um paciente que demorou seis meses para uma consulta medica. Geralmente são pacientes jovens referindo drenagem de secreção purulenta no inicio e posteriormente ficou um tecido endurecido e doloroso que algumas vezes drena uma secreção por um orifício localizado entre os glúteos. O medico nesta fase palpará uma área endurecida e irregular acima do osso sacro. Alguns pacientes referem já terem sido submetidos à drenagem cirúrgica do abscesso mais de uma vez. Se você operar o cisto em uma fase inicial será feita uma cirurgia menor, uma cicatrização mais rápida e o fechamento da ferida em um curto tempo. Nos casos por mim operados eu comprovei essas vantagens da cirurgia precoce com o laser. O fechamento da ferida cirúrgica dependerá destes fatores antes da cirurgia e da técnica usada pelo cirurgião. Eu uso o laser que é um fator fundamental para que eu sempre feche a ferida.